A escuta, quando é profunda, transforma.

Ela revela o que foi silenciado, acolhe o que
doeu e abre espaço para algo novo.

Um pouco da minha trajetória

Sobre mim

Olá, sou Graziela Dalpian, psicanalista.

Meu trabalho é voltado à escuta do que aparece nas falas, nos silêncios, nas repetições e nas formas de sofrimento que nem sempre se organizam de forma clara.

Na psicanálise, o sintoma não é tratado apenas como algo a ser eliminado, mas como uma forma de expressão, um modo pelo qual a história, os conflitos e a forma de existir de cada pessoa se manifestam.

Na clínica, ofereço um espaço de escuta ética, cuidadosa e sem julgamentos.

Um espaço onde a palavra pode surgir no seu tempo e onde aquilo que, muitas vezes, não encontra forma, pode começar a se organizar.

Onde o inconsciente encontra vozEscuta clínicaRespeito à singularidade
Graziela Dalpian em um ambiente acolhedor
Minha trajetória

Um olhar que se constrói entre diferentes saberes.

Minha formação é em Ciências Biológicas e em Psicanálise, percurso que ampliou meu olhar sobre o corpo, não apenas como organismo, mas como lugar onde experiências e histórias deixam marcas.

Ao longo da minha trajetória, aprofundei meus estudos em neurociências, neuropsicopedagogia e psicanálise, ampliando a compreensão dos processos que envolvem mente, corpo e aprendizagem.

Esses campos dialogam com minha prática ao permitir uma leitura mais ampla sobre como certas experiências podem se inscrever no corpo, nos afetos e nas formas repetitivas de funcionamento.

Um trabalho em construção contínua

Sustento minha formação no tripé psicanalítico.

A escuta clínica também exige trabalho, estudo e reflexão constantes.

01 / EXPERIÊNCIA PESSOAL

Análise pessoal

Um percurso de escuta e elaboração que faz parte da formação do analista.

02 / TROCA CLÍNICA

Supervisão clínica

Espaço de reflexão sobre a prática, com cuidado e responsabilidade.

03 / ESTUDO

Estudo teórico contínuo

Pesquisa e aprofundamento para sustentar uma prática atenta e ética.

Fundamentada principalmente nos referenciais freudiano, lacaniano e ferencziano.
O modo de escutar

O sintoma também tem algo a dizer.

“Não se trata de silenciar, mas de escutar.”

Compreendo a psicanálise como um trabalho ético, que respeita o tempo, a singularidade e o modo próprio de cada pessoa se constituir.

Meu trabalho parte do entendimento de que o sintoma tem uma função. Ao criar um espaço onde a palavra pode surgir, abre-se a possibilidade de compreensão e transformação ao longo do processo.

Você não receberá respostas prontas ou orientações rápidas.

O trabalho é construído juntos, a partir do que aparece, no seu tempo.

Livros de psicanálise em primeiro plano, com um ambiente de leitura ao fundo
Quando algo pede atenção

Se algo se repete, talvez seja hora de olhar com mais cuidado.

A escuta pode começar pelo que hoje pede atenção — mesmo quando ainda não é fácil colocar em palavras.

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